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E aí foi...

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Por JJ. Costa* Acampava na região de Minas Gerais onde meu pai residia, um grupo de ciganos, que geralmente negociam e vendem objetos para o seu sustento. Das coisas que eles mais vendem e oferecem numa troca são os animais que usam em suas locomoções. O compadre do meu pai desejava muito um cavalo mais novo, assim ele saiu para procurar um dos ciganos que percorria aquelas redondezas na intenção de propor uma barganha. Ao abordar o cigano, este lhe pediu uma boa volta para realizar a troca, pois o seu cavalo era bem mais novo. Antes de realizar a troca, o cigano disse que ele podia dar uma galopada em seu cavalo, verificar os dentes que comprovam se o animal é mesmo novo. Então, o compadre resolveu dar uma cavalgada naquele animal, comprovando que realmente ele era bem robusto e respondia a todos os seus comandos. Entretanto, depois o cigano disse bem assim:  - Na barganha se tiver defeito eu falo. O defeito está na vista.  - Examina antes, porque depois não ...

Confusão...

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Por Pedro C. Costa Essa é uma estória in-verídica (ou verídica não se sabe ainda...). Mas, ressaltamos, toda e qualquer semelhança com a realidade terá sido uma mera e rara coincidência. Vamos a ela rapidamente, senão como diz meu filho, o dia  "arreia"  (termina). Trata-se de um diálogo entre a presidente da Petrobras com um dos seus colaboradores ou assessores, confesso estar confuso, não sei bem como chamá-lo. Isto se deu justamente durante a audiência em que a presidente havia comparecido no Senado para defender a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA). Bem, para que o leitor não se confunda (e vamos rezar, senão o Brasil afunda), quero descrever primeiro outro diálogo que ocorreu entre a presidente com os seus interrogadores. Interrogador:  - Como foi mesmo? Esse negócio foi bom? A presidente:  - Eu acho que não foi! Outro interrogador:  - A senhora acha mesmo ? A presidente:  - Eu acho, mas tenho dúvidas. Um outro interrogador, depois:  ...

É a outra...

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Por Pedro C. Costa Esse causo foi hilário e aconteceu comigo mesmo! Vou contar sem cerimônia. É que tenho andado numa maré de sorte danada (ou de azar), quem sabe... O causo é que uma vizinha e cliente minha me falou de sua irmã e fez uma propaganda muito grande dela. O papo era que ela estava sozinha e precisava de alguém como eu. Até aí tudo bem, eu pensei! Mas, depois ela me disse bem assim:  - Veja bem Pedro, eu tenho duas irmãs, uma chama Mariquinha e a outra Maricota (os nomes são fictícios para não me comprometer).  - Mas presta bem atenção, porque eu vou te apresentar é a Maricota, pois a Mariquinha coitada, é meio doidinha. Diante daquela oferta tão explícita, eu confesso que fiquei meio desconfiado. Vocês já notaram? Quando a mercadoria é muito oferecida é sinal que pode estar bichada. Então, eu fui logo tratando de tentar tirar o corpo fora. Assim, para não dizer, estou fora dessa! E também para não dizer, deixa isso pra lá! Eu fui logo dizendo:  - Minha amiga,...