Confusão...
Por Pedro C. Costa
Essa é uma estória in-verídica (ou verídica não se sabe ainda...). Mas, ressaltamos, toda e qualquer semelhança com a realidade terá sido uma mera e rara coincidência. Vamos a ela rapidamente, senão como diz meu filho, o dia "arreia" (termina).
Trata-se de um diálogo entre a presidente da Petrobras com um dos seus colaboradores ou assessores, confesso estar confuso, não sei bem como chamá-lo. Isto se deu justamente durante a audiência em que a presidente havia comparecido no Senado para defender a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).
Bem, para que o leitor não se confunda (e vamos rezar, senão o Brasil afunda), quero descrever primeiro outro diálogo que ocorreu entre a presidente com os seus interrogadores.
Interrogador:
- Como foi mesmo? Esse negócio foi bom?
A presidente:
- Eu acho que não foi!
Outro interrogador:
- A senhora acha mesmo ?
A presidente:
- Eu acho, mas tenho dúvidas.
Um outro interrogador, depois:
- Se a senhora diz que acha, não tem certeza?
A presidente:
- Eu disse que acho e estou achando que os senhores estão querendo me confundir.
Depois de tanta interrogação, a presidente virou para o seu assessor e pediu pra trazer um suco, pois estava cheia de água e cafezinho que lhe serviam. Ele se prontificou e foi logo providenciar o suco. Quando ele retornou, a presidente foi logo perguntando se ele havia conseguido. Vejamos o diálogo:
A presidente:
- Você conseguiu?
O assessor:
- Só consegui de abacaxi!
A presidente:
- Dá uma pasadena nesse abacaxi pra mim.
O assessor:
- O que a senhora disse mesmo?
A presidente:
- Já estou me confundindo, eu queria dizer, dá uma passadinha nesse suco de abacaxi para mim.
Essa é uma estória in-verídica (ou verídica não se sabe ainda...). Mas, ressaltamos, toda e qualquer semelhança com a realidade terá sido uma mera e rara coincidência. Vamos a ela rapidamente, senão como diz meu filho, o dia "arreia" (termina).
Trata-se de um diálogo entre a presidente da Petrobras com um dos seus colaboradores ou assessores, confesso estar confuso, não sei bem como chamá-lo. Isto se deu justamente durante a audiência em que a presidente havia comparecido no Senado para defender a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).
Bem, para que o leitor não se confunda (e vamos rezar, senão o Brasil afunda), quero descrever primeiro outro diálogo que ocorreu entre a presidente com os seus interrogadores.
Interrogador:
- Como foi mesmo? Esse negócio foi bom?
A presidente:
- Eu acho que não foi!
Outro interrogador:
- A senhora acha mesmo ?
A presidente:
- Eu acho, mas tenho dúvidas.
Um outro interrogador, depois:
- Se a senhora diz que acha, não tem certeza?
A presidente:
- Eu disse que acho e estou achando que os senhores estão querendo me confundir.
Depois de tanta interrogação, a presidente virou para o seu assessor e pediu pra trazer um suco, pois estava cheia de água e cafezinho que lhe serviam. Ele se prontificou e foi logo providenciar o suco. Quando ele retornou, a presidente foi logo perguntando se ele havia conseguido. Vejamos o diálogo:
A presidente:
- Você conseguiu?
O assessor:
- Só consegui de abacaxi!
A presidente:
- Dá uma pasadena nesse abacaxi pra mim.
O assessor:
- O que a senhora disse mesmo?
A presidente:
- Já estou me confundindo, eu queria dizer, dá uma passadinha nesse suco de abacaxi para mim.

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